CIO’s precisam de alternativas

Por Paul Lewis*

Durante uma situação de muita pressão a bordo da USS Enterprise em Star Trek, o filme, o Comandante Decker explica para o Almirante Kirk: “É meu dever apontar alternativas.” Permita-me fazer o mesmo com você.

Certamente, é bastante fácil manter o status quo quando você dita as regras, quando pode tomar todas as decisões. Se eu estivesse em seu lugar, também me concentraria em comando e controle - hospedar todas as minhas aplicações e cargas de trabalho em uma central de dados mantida pessoalmente, na maior parte em uma arquitetura linha-por-linha, disciplina- por-disciplina, ao mesmo tempo em que começaria a testar Clouds privadas específicas para a carga de trabalho. Poderia até mesmo tentar lançamentos convergentes ou de ferramentas, contanto que pudesse tocá-los e senti-los.

Infelizmente, poucos executivos de TI mantêm hoje esse nível de autonomia com relação a seus ativos de TI. Uma boa parte das decisões de TI está migrando para as linhas de negócios, para os líderes que controlam o L&P total da companhia. Isso inclui desde quais tecnologias são implementadas para habilitar a companhia até que preço a companhia está disposta a pagar por elas. Os líderes de linhas de negócios têm diversas opções de locais onde adquirir suas aplicações e essas opções incluem diversificar significativamente as cargas de trabalho por meio de uma variedade de modelos (clouds públicas ou provisão e gerenciamento de infraestrutura externa):

O comando e controle de TI evolui para a corretagem de Cloud de TI de diversos modelos de centrais de dados. Os executivos de TI olham para o que é melhor para o todo, versus o que seria melhor em termos de TI.

Com os negócios na liderança, agora, os diretores de linhas de negócios buscam alternativas à TI tradicional. Eles preferem:

  • um modelo de custos que esteja alinhado com seu modelo de receitas, que poderia ser totalmente transacional, e totalmente orientado para o preço unitário. Os diretores de linhas de negócios gostam da escalabilidade dos modelos financeiros de cloud que minimizam significativamente os custos de base em investimentos tradicionais de TI;
  • o lançamento de novos produtos e ofertas que não dependam do longo tempo associado à aquisição, instalação e configuração de aplicativos e hardware associados ao gerenciamento da central de dados tradicional;
  • alterar significativamente sua infraestrutura de TI para atender ou superar as necessidades de segurança e risco de seus clientes corporativos, sem projetos de transformação radical.

 

E parcerias globais fortes entre empresas do setor podem ser uma das alternativas viáveis para seus clientes. Como a que temos, aqui na HDS com a CGI. A HDS e nossos clientes podem agora se beneficiar da presença de centrais da CGI no mundo todo para diversos serviços de armazenamento corporativo, arquivamento, recuperação de desastres e serviços de mobilidade.

Esta nova parceria agrega valor diretamente às novas preferências da ‘TI voltada para os resultados do negócio’:

  • Eliminação de investimentos CAPEX altos e adiantados, permitindo o reinvestimento em iniciativas de negócios mais estratégicas;
  • Novos modelos financeiros: redução do risco geral ao cliente ao oferecer recuperação de desastres, bem como SLA e QOS mais altos.
  • Modelo Pay As You Go (pague somente pelo que utilizar)
  • Modelo de consumo verdadeiramente flexível (modelo flex up/ down);
  • Melhora dramática no tempo de lançamento ao mercado: capacidade sob demanda e buffer local para absorver a intermitência de armazenamento do cliente e atender às necessidades de novos projetos.

“Vida longa e próspera!”

* Paul Lewis é CTO da Hitachi Data Systems no Canadá, além de responsável pela região no Escritório Global de Tecnologia e Planejamento (Global OTP).

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